BRASIL FIO A FIO-BORDAR…

 

 BRASIL  FIO A FIO – BORDAR, CRIAR E COMPARTILHAR


Uma viagem pelo bordado brasileiro, através das tradições, criação e produção de grupos de várias regiões do país. 

O evento terá exposição, oficinas, Prosa e Bordado (bate-papo com os grupos) e Diálogos (palestras).

 

De 18 de fevereiro a 13 de março de 2011

Sala de Oficinas 1 e Sala de Leitura – 2º andar – SESC Pinheiros – São Paulo

Grupo Matizes Dumont

 

 

ABERTURA:

 

Dia 18 de fevereiro de 2011, 6ª. Feira,  às 19 horas

Apresentação do projeto de bordados numa roda com a Beth Ziani, curadora da Exposição.

 

Narração de histórias com a participação  das contadoras  Dôra Guimarães e Elisa de Almeida, do Grupo Tudo Era Uma Vez de Belo Horizonte-MG

                               Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

                               Sala de Oficinas 1, 2º andar 

 

EXPOSIÇÃO

 

De 18/02 a 13/03. Terça a sexta, das 10h30 às 21h30. Sábados, domingos e feriado, das 10h30 às 18h

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Mostra Integrada de Bordado

 Exposição de trabalhos de 14 grupos de diferentes partes do Brasil.

Cenografia – Anne Vidal

Sala de Oficinas 1, 2º andar. Grátis

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ATIVIDADES DURANTE A EXPOSIÇÃO:

 

Oficinas de Bordado

Narração de histórias

Prosa e Bordado ( bate papo com os expositores)

Diálogo e reflexões sobre o bordado na contemporaneidade ( palestras)

Show musical

      Obs: todos os dias tem múltiplas atividades.

 

 

PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADES:

 

 

Dia 19 e 20 de fevereiro, Sábado e Domingo

das 10:30 às 13 hs, e das 15  às 17:30Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º andar. 

 

OFICINA

Bordar o Ser
Oficina que visa estimular o olhar e a escuta sensíveis, fundamentais ao momento atual, estabelecendo o diálogo e revelando o bordado como forma de expressão. Trata-se de uma vivência psico-pedagógica, onde se utiliza o bordado, história de vida, práticas corporais, e outras linguagens da arte. Mediador do processo de discussão, o ato de bordar favorece e estimula a participação, o prazer e a alegria de criar dos integrantes do grupo. Com o (grupo Matizes Dumont Pirapora/ MG).

25 vagas. Grátis. Inscrições no local 30′ antes.

 

 

 

 

Dia 19 de fevereiro, sábado

às 14 horas – Sala de leitura – 2º andar

 

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Histórias Contadas

Narração de histórias de tradição oral e literária para crianças, jovens e adultos. Com a narradora mineira Elisa Almeida do grupo Tudo Era Uma Vez de Belo Horizonte/MG.

Grátis, acesso livre até o limite de vagas.

 

 

 

 

Dia 19 de fevereiro, sábado

das 18:30 às 20:30 Hs, na sala de leitura – 2º. Andar.

 

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo –  Matizes Dumont: formado por seis artistas plásticos de uma mesma família de Pirapora-MG. São arte-educadores, ambientalistas que integram o Instituto de Promoção Cultural Antônia Diniz Dumont – ICAD. Há mais de uma década se dedicam às artes plásticas, à ilustração de livros bordados e à arte-educação. Ainda que trabalhando em grupo, cada um dos integrantes tem seu caminho, de acordo com a sua formação profissional. Principais áreas de atuação dos integrantes do grupo Matizes Dumont: inclusão Social por meio da Arte; Educação Popular; Cultura Popular; Saúde e Meio Ambiente; Processos de grupo; Planejamento. Alguns livros publicados : Abc do rio São Francisco, Menino do rio Doce, Amazonas águas, pássaros, seres e milagres, Exercícios de ser criança.

Acesso livre até o limite de  vagas. Grátis.

 

 

 

 

Dia 20 de fevereiro –  Domingo,

das 18h30 às 20h30.

Sala de Leitura, 2º andar.

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo – Grupo Teia de Aranha: composto por nove mulheres que há 10 anos se reúnem semanalmente, no bairro do Butantã em São Paulo, para criar e expressar, através do bordado, imagens sugeridas pela literatura e pela tradição cultural.  Em 2009, realizou: De Danúbio ao São Francisco – Guimarães Rosa para Todos, uma leitura da vida e obra do escritor em oito painéis bordados, em comemoração ao centenário do seu nascimento. Além dessas iniciativas, o bordado foi difundido em vários espaços culturais e núcleos sociais. Foram realizadas oficinas com o MST – Movimento dos sem terra, em Ribeirão Preto(2007/2008), – com jovens da periferia da cidade(2008), com moradores de albergue(homens), com a terceira idade, no SESC e em comunidades de Minas Gerais (Cidades do Circuito Literário Guimarães Rosa). Atualmente, trabalha com a obra do escritor moçambicano Mia Couto e participa do projeto Bordar São Paulo com os grupos de bordadeiras: Mãos de Ariadne, Laços e Traços e Ponto a Ponto

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

A partir do dia 22 de fevereiro

 

OFICINAS

Bordescrevendo Guimarães Rosa

 22/02, 23/02, 24/02, 25/02. Terça a sexta, das 10h às 12h30

Sala de Oficinas 1, 2º. andar

A oficina será inspirada no universo sertanejo estimulado a partir de trechos da obra do escritor conterrâneo do grupo de bordadeiras Estrelas do Sertão. Os participantes escolherão cenas para bordar a partir de textos lidos . Os bordados serão integrados em um painel coletivo. As técnicas de preenchimento no bordar serão destacadas no processo da oficina. Com Grupo Estrelas do Sertão (Cordisburgo/MG).

30 vagas. Inscrições 30′ antes no local. Grátis.

Cenários do Rosa

22/02, 23/02, 24/02, 25/02. Terça a sexta, das 14h30 às 17h

Sala de Oficinas 1, 2º. andar

A oficina tem a proposta de estimular uma viagem bordada pela imaginação através do conto “Uma Estória de Amor (Festa de Manuelzão)” do livro Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa, sobre vivências na Vila de Andrequicé (Três Marias – Minas Gerais). Serão desenvolvidas técnicas de aplicação e bordado com Bordadeiras de Andrequicé/Três Marias-MG.

30 vagas. Inscrições no local 30′ antes. Grátis.

 

 

 

Dia 22 de fevereiro, terça feira, às 19h30 Hs.

Sala de Oficinas 1,  2º.andar

DIÁLOGO E REFLEXÕES SOBRE O BORDADO NA CONTEMPORANEIDADE

BORDAR E COMPARTILHAR –  bordar em grupo constitui uma força criativa, propicia a junção do pensar e do fazer, reaviva nossa memória afetiva, provoca uma troca que ultrapassa o limite do verbal e fortalece a sensação de estarmos inseridos no mundo. Com Rioco Kayano, que trabalhou de 1977 a 2004 no Centro de Saúde-Escola do Butantã,vinculado a Faculdade de Medicina da USP na área de Saúde Coletiva, Saúde Mental e de Educação em Saúde. Em 2001, participou da criação do grupo Teia de Aranha interagindo a arte do bordado com a literatura. Estimulou a criação de mais três grupos de bordado: Mãos de Ariadne(2004), Laços e Traços(2004) e Ponto a Ponto(2006). Participa dos quatro grupos que têm a finalidade do encontro para criar coletivamente pela arte do bordado.

OS USOS DO BORDADOS – seu trabalho alinhava todos os usos desse fazer manual, mostrando sua funcionalidade e aplicação no mundo contemporâneo, como forma de pertencimento, sociabilidade e resgate de identidade, como arte e até como item exclusivo. Com Cleide Floresta, bacharel em comunicação, com habilitação em jornalismo pela Universidade Metodista, com pós-graduação em jornalismo cultural pela PUC-SP e mestrado em moda, cultura e arte pelo Senac-SP. É co-autora do livro Técnicas de reportagem e entrevista: roteiro para uma boa apuração (2009), da editora Saraiva.

Acesso Livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

 

Dia 23 de fevereiro. Quarta feira,  às 19h30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º andar.

 

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo  – Grupo  Estrelas do Sertão (Codisburgo/MG): criado em 2003, pela Associação dos Amigos do Museu casa Guimarães Rosa, surgiu nos Encontros da Terceira Idade nas Semanas Roseanas, em Cordsiburgo/MG, cidade natal do escritor João Guimarães Rosa. Atualmente o grupo é composto por 35 componentes entre 50 a 97 anos, que se encontram duas vezes por semana. São mães, tias, avós, irmãs que aceitam o convite e se debruçam sobre mais um desafio, a trama de um fio tênue: a lembrança vivida no sertão. Vários projetos foram desenvolvidos com o estímulo de retratar a literatura Roseana e por consequência a paisagem e a cultura sertaneja. O grupo publicou o livro O coração do lugar – Depoimentos para Guimarães Rosa, com ilustrações em bordado.

Grupo Bordadeiras de Morro da Garça (Morro da Garça/MG): surgiu em atividades da cidade e fortaleceu-se nas Semanas Culturais da cidade, a partir de oficinas propostas pelo Teia de Aranha. Vários painéis coletivos foram desenvolvidos, entre os quais um que  representa a história do Morro da Garça e contou com a participação de aproximadamente 50 pessoas da comunidade.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

Dia 24 de fevereiro. Quinta, às 19h30.

Sala de Oficinas 1, 2º andar.

 

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo – Grupo Bordadeiras de Andrequicé: nasceu em julho de 2004, na Semana Cultural Festa de Manuelzão,no Distrito de Andrequicé/Três Marias .  A  convivência com  tradições culturais, a memória de  personagens e paisagens da literatura do escritor Guimarães Rosa e as transformações do cerrado trazem  inspiração para tecerem suas impressões  artísticas sobre o fazer sertanejo e a paisagem da região, bordando com linhas coloridas imagens vividas no cotidiano.

As onze senhoras, atualmente,  demonstram sua sensibilidade em telas, em linha e cor e produzem  obras únicas com técnica apurada e design próprio,  elaborando trabalhos representativos das artes existentes nas veias do sertão.

O grupo participa de outros projetos e grupos culturais no Ponto de Cultura Memorial Manuelzão.  Iniciaram com jovens meninas o grupo Gatas Bordadeiras e criaram  oficinas de bordado para os garotos interessados. Com bordadeiras de cidades da margem do rio São Francisco,  desenvolvem o projeto Artes em Ambientes Aquáticos em que divulgam por meio do bordado a relevância das veredas e do cerrado para o sistema hídrico do Rio.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

Dia 25 de fevereiro, Sexta Feira, às 19h30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º.andar

 

DIÁLOGO E REFLEXÕES SOBRE O BORDADO NA CONTEMPORANEIDADE

NAS TRAMAS DA VIDA – reconstruindo histórias, fruto de uma experiência coletiva, o encontro entre o narrar e o bordar propiciou uma experiência integradora da alma, da voz e do gesto. Ensaiando pontos, juntando fios e cores, as mulheres da ACTC trazem para o bordado seus saberes e vão compondo um tempo em que é possível lidar com a angústia e com a espera. Com Cristina Macedo, mestre em Ciências Sociais, atua como professora na Biblioteca da Escola Vera Cruz e como educadora, no projeto Maria Maria da Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração (ACTC). Publicou os livros, De boca em boca: histórias de todos os cantos do Brasil e Memórias e olhares

TECENDO NOSSA HISTÓRIA – trajetória, metodologia e perspectivas, o projeto Tecendo Nossa História completou nove anos e estimula os participantes das oficinas a contarem suas histórias, olharem para a realidade em que vivem, darem uma forma para esse olhar, expressando-o no bordado. Com Valdirene Gomes, graduada em Ciências Sociais/UNESP, pós-graduada em Arte Integrativa (Universidade Anhembi Morumbi). Especializada em The Expressive Stitch  (curso baseado numa tradição indiana em que as mulheres bordam contando a sua própria história num painel construído coletivamente)  pela Metchosin International Summer School of the Arts, no Canadá. Criou o Projeto Tecendo Nossa História, em 2002, resultado da busca por uma forma de trabalhar com pessoas em situação de miséria econômica, abordando os problemas coletivos e ao mesmo tempo possibilitando o desenvolvimento da individualidade.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

Dias 26 e 27 de fevereiro-  Sábado e domingo- das 10h30 às 13h e das 15h às 17h30 Sala de Oficinas 1, 2º. andar

 

OFICINA

A Cidade de São Paulo
A proposta da oficina é alinhavar um conceito da cidade de São Paulo. Os participantes irão representar o cotidiano e os elementos da realidade urbana, a partir de técnicas de aplicação de tecido e bordado. Com Grupo São Joaquim (Carapicuíba/SP).

30 vagas. Inscrições no local 30′ antes. Grátis.

 

 

Dia 26 de Fevereiro,  Sábado, das 18h30 às 20h30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º andar.

PROSA E BORDADORelato de experiência e bate papo – Grupo Mãos de Ariadne (São Paulo): na mitologia grega, Ariadne foi a heroína que deu a seu amado um novelo de lã para que ele conseguisse sair com vida de um perigoso labirinto – bastava seguir o fio para achar o caminho. A lenda inspirou o grupo Mãos de Ariadne, formado em 2004 por amigas que queriam desvendar os segredos do bordado. As linhas e tramas cresceram, entrelaçaram-se e o resultado foi um grupo que hoje conta com doze integrantes, de idades e profissões diferentes. O que elas têm em comum? Todas se reúnem uma vez por mês com o objetivo de colocar seus pontos em projetos coletivos que servirão para decorar o quarto de uma criança, a cama de um casal, o berço de um recém-nascido…. Além disso, é claro, objetivam o prazer de estar juntas, arrematando os preciosos fios que ajudam a atravessar o “labirinto” do dia-a-dia.

Grupo  Ponto a Ponto (São Paulo): no início de 2008, Iara, Rioco, Enid, Isadora e Cleuzer, mulheres de diferentes origens e atividades,  reuniram-se para bordar a maternidade: um painel para presentear a “Casa de Parto Ângela” da Comunidade Monte Azul.

O grupo coordenou uma oficina na Comunidade rural Canta Galo, em Gonçalves, MG que resultou num grande painel retratando a história da  cidade e o seu cotidiano. Participaram 28 pessoas de diferentes  idades.

Atualmente desenvolve o projeto Mata Atlântica e dedica-se ao projeto Bordar São Paulo  em conjunto com os grupos Teia de Aranha, Laços e traços e Ariadne.

 

Grupo Laços e Traços (São Paulo): nasceu em 2004, é composto por 15 mulheres de uma mesma família: irmãs, cunhadas e tias que bordam como forma de  enriquecer os laços afetivos. A maioria dos projetos acontece a partir dos eventos familiares, aniversários, nascimentos e  datas comemorativas. .

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

Dia 27 de fevereiro,  Domingo, das 18h30 às 20h30.

Sala de Leitura 1, 2º andar.

 

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo – Grupo Bordadeiras do São Joaquim (Carapicuíba/São Paulo): constituído por doze senhoras ligadas à Associação São Joaquim. Trabalham temas relacionados ao dia a dia, como a cidade, a família, a casa. Utilizam em seus painéis técnicas de aplicação e bordado. Desenvolveram um projeto relacionado à história de Carapicuíba que resultou em um painel.

Grupo Maria Maria – ACTC-SP/SP (Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração) tem como objetivo fortalecer as mães/acompanhantes no enfrentamento da situação-problema, por meio da criação de um espaço sócio-educativo que contribua para a valorização da cultura de sua região de origem e a ampliação de seu repertório de conhecimento.
Um dos mais belos frutos dessa atividade é a produção do Artesanato Maria Maria, com o desenvolvimento de produtos como almofadas, panos de prato, jogos americanos, bolsas, colchas, entre outros.  Este material, rico em arte, histórias de vida e cultura, retrata a dedicação de todas as mães/acompanhantes no desenvolvimento de seus bordados. Assim, encontram a oportunidade de superar o momento de crise.

Publicaram o livro  Linhas da vida  que reúne narrativas da tradição oral brasileira, contadas e ilustradas com bordados de mães/acompanhantes e adolescentes da ACTC.
Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

De 01 a 04 de março, – terça a 6ª.feira – das 10 Hs. às 12:30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º. andar

 

OFICINA

A Magia do Bordar
A oficina foca-se no fazer artístico a partir do ato de bordar. Uma vivência coletiva em que os participantes são envolvidos no universo tátil e visual do pano de juta, das lãs e suas cores, possibilitando trocas nas vivências individuais e enriquecendo o repertório dos participantes. Na experiência única do fazer artístico, sobre o pano de juta, áspero, cru e tenso depositam-se flores e pássaros, máscaras e imagens, coisas e sonhos, tudo aquilo que preenche de alegria nosso universo interior, nosso sonho em busca de um despertar do humano que habita em nós. Com Pedro João Cury (São Paulo/SP).

Acima de 15 anos, ambos os sexos, desde que não sofra com alergia a poeira/rinite alérgica. 25 vagas. Inscrições no local 30′ antes..

 

 

 

 

 

De 01 a 04 de março, Terça a Sexta das 14:30 às 17 Hs.,

Sala de Oficinas1, 2º. andar

 

OFICINA

Ilustrando Bordando
A partir das técnicas de colagem de tecido e bordado, busca-se proporcionar a vivência de ilustrar as próprias histórias escritas. A proposta é trabalhar a poesia como estímulo à criação de texto e do desenho usando depois  técnicas de ilustração em tecido e bordado. Com Ana Thaís e Maria do Carmo (Ceará).

25 vagas. Inscrições no local 30′ antes. Grátis.

 

 

 

 

 

Dia 01de março, terça, às 19:30 hs.

Sala de Oficinas 1, 2º.andar

 

PROSA E BORDADO

A ARTE COMO INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO, um breve histórico sobre a arte de bordar e o bordado na literatura infantil. Com Ana Thaís, nascida no interior do Ceará , teve sua infância povoada de histórias, brincadeiras e cantigas. Na educação encontrou o caminho para a sua realização pessoal. Atua em programas de formação de professores e coordena o projeto Nas ondas da Leitura, mobilizando a família e a escola para o estímulo à leitura e à escrita. É autora dos livros A Gata Borralheira, entre outros, ilustrados com bordados.

LITERATURA E BORDADO, a experiência de bordar a partir de textos literários e a aplicação desses resultados como novos meios de estimulo à leitura e à criação. Com Beth Ziani, pós-graduada em Literatura, participa da organização de Semanas Culturais em cidades do Circuito Literário Guimarães Rosa/ MG. Integra o grupo Teia de Aranha. Idealizadora do projeto De Danúbio ao São Francisco, Guimarães Rosa para todos, iconografia bordada da vida e obra do escritor mineiro. Desenvolve o projeto Memória Viva com ações em São Paulo e Minas Gerais. Atualmente, estrutura o Núcleo de Pesquisa Literatura Viva.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

 

Dia 02 março, Quarta-feira ,às19h30hs.

Sala de Oficinas 1, 2º andar.

PROSA E BORDADO

Relato de experiência e bate papo  – Grupo  Bordadeiras do Morro de São Bento (Santos-SP), inicialmente composto por seis mulheres nascidas na Ilha da Madeira (Portugal), que tinham a tradição do bordado em suas mãos. Em meados de 1980 aproximadamente 60 senhoras fundaram a União das Bordadeiras do Morro São Bento. Começaram a dar aulas de bordado, ampliando os horizontes para que esta arte não morresse aqui no Brasil. Gisela Kodja publicou o livro – Bordadeiras do Morro São Bento – A vida tecida entre o linho e as linhas, em que a jornalista descreve a importância da vida dessas mulheres..

Tecendo nossa História (São Paulo) – o projeto  trabalha para que o ser humano reconheça suas potencialidades e permita nascer o desejo e a capacidade para planejar o próprio futuro. Atua junto àqueles que sofrem com a exclusão – cultural, social e/ou econômica – para que eles possam buscar e criar outras realidades.

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 

 

 

 

 

Dias 05 e 06 de março,  Sábado e domingo, das 10h30 às 13h e das 15h às 17h30.

Sala de Oficinas 1, 2º. Andar

 

OFICINA

Tecendo Imagens de Carnaval
A oficina  aproveita o período de carnaval para estimular essa tradição através do bordado. A partir de canções carnavalescas, cantigas de roda, da memória de fantasias, adereços e dos bailes de carnaval, os participantes desenvolverão um painel coletivo que retrate essa festa tradicional da cultura brasileira a partir de suas referências pessoais. Com o Grupo Teia de Aranha.

A partir de 10 anos. 30 vagas. Inscrições no local 30′ antes. Grátis.

 

 

 

 

 

Dia 03 de março, Quinta Feira, às 19:30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º. andar

 

PROSA E BORDADO

OS FIOS QUE DÃO SENTIDO, o trabalho com bordado constitui uma caminhada, que se distingue por um construir não apenas de imagens que nos falam “costuradas” sobre pano, mas, acima de tudo o que se descortina. É o entendimento do bordar como um passo a passo mais próximo de uma reflexão sobre o que significa o ato de fazer. O tempo de bordar torna-se o do próprio viver. Com Pedro João Cury, instrutor na área de Criatividade, Valores Humanos e Empreendedorismo em programas motivacionais para grupos de jovens e adultos em situação de risco e conflito com a lei, professores e agentes sociais, profissionais de segurança pública e privada, e com executivos. Artista plástico e gestor do Movimento = + trabalha com bordados produzidos com pano de juta, lãs, linhas e barbantes e na idealização e construção de uma escola de arte-educação, para a formação do artesão-aprendiz através do lema A Arte Vale Uma Escola.

COMO FAÇO E PORQUE FAÇO – a importância do bordado na atualidade. Com Claudia Johnsen, Arte- educadora, coordenadora do Grupo de Bordadeiras da São Joaquim (São Paulo/Carapicuíba), desenvolve trabalhos com o Grupo de Bordadeiras de Andrequicé (Minas Gerais).

Acesso livre até o limite de vagas. Grátis.

 SHOW

 

Dia 03 de Março, 5ª. Feira às 19:30 Hs.

Sala de Oficinas 1, 2º. andar
Canto Livro – História de Mulher
No mês da mulher, Joana e Jean Garfunkel e Natan Marques contam e cantam histórias de mulheres, formando um caleidoscópio de facetas femininas.

Acesso livre até o limite de Vagas. Grátis.

ENCERRAMENTO

Dia 13 de março, domingo às 18 Hs.

OBS: Se você se interessar pelo trabalho dos grupos, procure os coordenadores de cada um deles. Tem bordados, livros, cartões, calendários para serem vendidos.

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