Lembro de Minas…

Nos varais: estendidas roupas

Nas paredes uma cor gasta como se a muito estivesse ali
e próximo ao chão, marcas de terra de tempos que já foram

Portas feitas à mão, telhas feitas de coxas, colunas de madeira

Estradas abertas em meio às matas… que se extendem pelos lados que se olha

Rios, riachos, água em abundância, passando pela primera e última vez por aquele lugar
Vida. Em tudo.
Gente enrugada com duros pés
Tantas histórias, de um tudo de coisas
Gente que veio e que foi, que nem fotos puderam eternizar,
mas que duram nos lampejos de memória que ainda restam, daqueles que ainda estão pra contar.

É o sertão, o bom e velho, calmo e forte, que ainda existe.

Vitor Rodrigues

“Vai, vai, vai, amanhã muito cedinho
O cavalo da viagem chama roxo ou canarinho
Você diz que sabe sabe, mas não sabe fazer conta
vinte e cinco guardanapos tem cruzeiro em cada ponta”

– Cantiga popular

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s