Silêncio, companheira de si. A menina que se arruma, come, dormi frenética, acorda a noite e briga com as memórias. Tem unhas cor de coral, olheiras. Ela morra num quarto com varanda marrom. Esta fabricando um altar de santos amigos seus, quer ter sua “igrejinha” perto da cama, ao alcance das mãos, na hora do pesadelo. Tem uma nossa senhora pequenina pendurada no peito. Nesses dias de festa no mundo, resolveur ir atrás da FÉ, que sumiu à bastante tempo sem lhe dizer pra onde foi e quando voltará.

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